Não posso falar muita coisa sobre esse livro porque não posso dar spoiler. E se eu fosse dizer tudo que eu tenho pra dizer sobre esse livro, viria uma carrada irrefreável de spoilers e a Pamella Santos ia me matar depois.
Cumplicidade de beta rider, meu amigo. Nossa boca é um túmulo.
Para começar, Desvanecer é, na minha opinião, tão bom quanto Aflorecer. Desv é mais, digamos, intenso do que o primeiro livro. Pra quem leu Aflorecer (e se você não leu, tome vergonha nessa cara e vá correndo ler, agora), sabe que as coisas estão prestes a explodir em Zéfiro e em toda a Flinx. E não estou me referindo a guerreira Helene Castier.
Depois do despertar maligno de Sedna, as coisas só pioram para os sete guerreiros das sete tribos. Sedna quer poder e os segredos pessoais de cada um podem levar todos a uma eminente guerra que afetará a todos e não somente um.
Meus pensamentos sobre:
Haniel
Você continua um gato misterioso e totoso e lindo e maravilhoso.
Helene
Vai que é tua, garota! Pega o HanHan de uma vez, admita seus sentimentos (porque ele te ama também) e caminhem felizes e sorridentes na direção do arco-íris!
Yufa
Você é foda - a melhor amiga que alguém pode ter nesse mundo, yeah.
Ilka
A besta mais fofa de todas!
Dóris(valdo) como diria Tia Kadja
Você é fofo, lindo, e fica perfeito com a Yufa, mas pelamor. Vai ser lerdo assim lá em Epiliontes.
Apollo
O nome já diz. Éééééééé.
Lilith
Eu adoro essa vadia impulsiva e sem escrúpulos. Verdade.
Réia
Outra vadia sem escrúpulos que eu adoro.
Trisha
Eu achava você uma vadia, mas até que você é legal ^^
Haziel ♥
A MELHOR COISA QUE JÁ ACONTECEU EM FLINX, PURA VERDADE. Já declarei devoção eterna, não é? É claro que sim.
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Bom, é isso. Eu disse que não poderia falar muita coisa senão daria spoilers abençoados que eu não posso de jeito nenhum dar. Mas posso dizer que a Pamella tem um jeito de escrever incrível e que a história é completamente envolvente. Juro. Adoro histórias que me prendem e personagens tão encantadores como os guerreiros de Flinx. Desvanecer é exatamente o que o título do livro implica. Agora basta você querer descobrir o que na terra essa afirmação significa (y)
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Olá :) Sei que ando postando poucas coisas, mas é que ando realmente sem tempo. Porém, sempre que possível, dou uma passada aqui no blog, uma olhada na internet e nos lançamentos pra dar uma atualizada para o blog não ficar às moscas. Portanto resolvi dar continuidade a sessão que eu disse que ia dar continuidade na primeira versão que fiz. Então vamos lá.
O livro que estou lendo no momento é Cilada, o qual a minha melhor amiga de todos os tempos que eu amo de paixão, oi Fabis ♥ E pode rir disso Jairê ;D me emprestou depois de surtar e dizer o quanto o livro era maravilhoso. E, realmente, o livro é ótimo. Estou na reta final, últimas páginas, mas nem percebi como cheguei lá. O livro é emocionante do começo ao fim (quase fim, no meu caso) e me prendeu desde as primeiras páginas. Já pensei na inocência e culpas de inúmeros personagens diversas vezes e ainda não tenho uma opinião concreta para inocentá-los ou condená-los de vez. Só pra você sentir o drama da coisa toda.
Eu nunca tinha lido um livro do Harlan Coben até agora, mas posso entender perfeitamente porque a maioria dos seus livros se tornam best sellers. Simplesmente porque a narrativa dele é ótima, ativa, rápida e nem um pouco cansativa. Cada capítulo termina com uma deixa específica para o outro, cada diálogo tem um propósito e (Wendy que o diga) uma pitada divertida de sarcasmo e ironia. O jeito que o autor entrelaçou todos os casos é incrível e um desfecho ainda mais incrível está por vir (espero). Quando achei que as coisas tinham se resolvido, lá pela metade do livro, é que elas estavam somente começando, e a curiosidade para saber o resto da história é assombrosamente avassaladora. Não consigo parar de ler - e te entendo totalmente agora, Fabis.
Bom, por enquanto é isso. Em breve, uma resenha muito parcial por aqui :*
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Eu odeio não ter tempo suficiente para ler. Mesmo com o dia-a-dia corrido, entre responsabilidades e deveres, consigo dar uma driblada e ler um bom livro. Mas é claro, pra quem acompanha o blog desde a época em que eu lia uns três livros por semana, deve estar estranhando esse súbito stop nas resenhas. Não é porque eu parei de ler - continuo lendo, acredite! -, mas é porque a velocidade da leitura diminuiu, assim como o tempo para a mesma. Para o blog não perder o propósito principal que seria a literatura e para eu não ficar postando textos ou depressivos ou de incentivo do tipo "acredite nos seus sonhos", vamos conver, isso não está mais enrolando os seguidores, resolvi criar essa coluna, Na minha estante. É basicamente falar sobre minhas metas de leitura, um livro que estou lendo o que comprei e está apenas aguardando a sua vez. Alguma coisa assim. E para estrear essa nova coluna que pretendo ter com a mesma frequência que os Devaneios e as Músicas (olha só onde fomos parar, tsk tsk), nada melhor que um autor brasileiro.
E não, dessa vez não vou declarar amor eterno a escrita do Eduardo Spohr.
Alguns dias atrás, após outros dias de espera ansiosa, finalmente chegou o box da trilogia Dragões de Éter que eu havia comprado no Submarino numa promoção relâmpago super interessante. Já fazia um bom tempo que eu queria ler esses livros, primeiro pela temática me agradar e segundo pelas resenhas que eu li terem dado ótimas críticas quanto ao autor e ao modo dele escrever. Constatei que tudo isso não era mentira já nas primeiras páginas de Caçadores de Bruxas.
O modo que Raphael Draccon descreve os cenários, as situações e os próprios personagens dá a entender que ele realmente sabe do que está falando. É claro, você irá dizer. Ele é o escritor. Sim, eu sei disso. Mas tem vezes que quando a narração é em terceira pessoa, o autor não consegue passar aquela intimidade com os personagens, entendem? Não que seja algo frio, dificilmente, mas algumas vezes fica vago, isento de muitos detalhes. Com Raphael Draccon a coisa é bem diferente.
A narrativa é feita em primeira pessoa, porém a história não é narrada pelo protagonista. Em nenhum momento o narrador se defronta com os outros personagens e isso é peculiar, porque dá a impressão que o narrador é alguém de fora, que pode observar tudo e todos eu suspeito do que o narrador seja, mas ei, não me deem spoiler, estou na metade do livro, muito obrigado sem se preocupar em ser visto. Outro ponto são os personagens. A história não é narrada apenas pela Ariane Narin ou João e Maria Hanson ou pelo príncipe Axel Terra Branford ou Primo ou alguém em particular, mas sim por todos eles. Sim, é claro que alguns personagens como Maria e Axel, Ariane e João, possuem um destaque maior, pelo menos na primeira metade de Caçadores de Bruxas. Não importa realmente a quantidade de personagens que narram se o autor sabe levar o leitor a todos os lugares que ele deseja, de um porto velho de Andreanne ao Palácio do Rei Primo. E tenho de confessar que Raphael Draccon faz isso com maestria.
Reunir vários contos de fadas num lugar só e construir uma sociedade com eles não é uma tarefa fácil. Primeiro porque Caçadores de Bruxas é uma situação pós-lobo mau, pós-bruxa má, pós-felizes para sempre. Depois, são contos que todas as pessoas conhecem e se é perigoso para um escritor lidar com algo desconhecido do público, é ainda mais árduo agradar com algo que eles já conhecem. Mas, por incrível que pareça, essa "salada de personagens" teve um ótimo resultado. Não sei como explicar, mas é divertido ler um livro que retrata toda uma suposta continuidade dos contos que você ouvia desde criança. Mas mais interessante ainda é a base, a autenticidade que Raphael Draccon trouxe para Nova Ether, criando assim, seu próprio universo, com seus próprios personagens, com suas próprias histórias e personalidades, com uma trama de acontecimentos que intrinca cada uma delas, fazendo de qualquer marujo um personagem importante para o desenrolar da história.
A minha pergunta e acho que a de muitas pessoas também era, sempre foi: "O que aconteceu com eles depois do felizes para sempre?" Ninguém nunca tinha uma resposta. Eles não envelheciam, não morriam, não tinham filhos ou cresciam e tinham suas namoradas ou namorados? Parece até que, de um modo único e encantador, Raphael Draccon está respondendo essas perguntas, não só minhas, mas de muita gente por aí.
Já até sei a história qe vou contar para meus filhos. Não um feliz para sempre, mas, depois de muitas anos, em um Reino de Nova Ether, aos arredores de Andreanne um príncipe conheceu uma plebéia e o irmão dela conheceu uma menina cujo chapeu já fora vermelho, onde, numa taberna, um caçador reencontrou a protegida, onde um plebeu virou Rei, assim mesmo, com letra maiúscula.
PS: Minha reação quando descobri que a imagem do site oficial de Dragões de Éter se mexe, muda de clima etc, foi muito histérica. Gostei disso, hein *-*
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