Anastácia #9

Eu acho, e acredito que não devo ser a única a pensar desse modo, que a música movimenta as pessoas, emociona, mobiliza, inspira. Pelo menos eu me sensibilizo horrores quando estou ouvindo música. E é por isso, ao contrário de algumas pessoas, que não escuto música quando escrevo. Isso influencia e às vezes que quero escrever um momento de raiva e estou lá, toda derretida porque lembrei do rosto do cantor. Isso geralmente acontece quando é 30 Seconds to Mars ou Breaking Benjamin. E Pearl Jam. OMG, que vocalista lindo. E o baixista do Audioslave é a coisa mais lindinha que existe. E a voz do Mr. Shadow, heeeeeeein? O que é aquela voz tão... tão... tão maravilhosa? Pamella Santos há de concordar comigo. É. Não consigo nem escrever ouvindo música clássica - onde os homens são velhos e eu não consigo imaginar eles lindos e esbeltos - e não há letra.

Talvez seja por causa dessa coisa que eu tenho com música que todo final de capítulo de Anastácia tenha um trechinho de uma música que eu gosto. E percebam que não são apenas bandas de rock ou metal. Tem até citações de anime lá dentro. Edward Elric rola solto. Bleach também não se salva. Por que eu tenho que ser tão nerd, hein?

Okey, a minha intenção quando comecei com isso - lá no começo do livro, com Fairy Tale, Shaman -, era expressar um pouco das emoções dos personagens, dos acontecimentos da história de uma forma diferente, que não fosse propriamente minha. Eu sei, estranho, mas era isso que eu queria. Daí eu lembrava de traduções e de letras e pensava no quanto elas tinham a ver com determinados personagens. Tipo a música Tears in Heaven, do Eric Clapton. A letra simplesmente tem tudo - absolutamente tudo - a ver com o Faon. E Paradise, do Coldplay, é perfeitamente cabível à Anastácia. Mas então existem aqueles textos maravilhosos de William Shakespeare que praticamente me inspiraram na construção de Aeron.

E esse post nem tem muito a ver realmente com a escrita de Anastácia, mas bem. Isso tudo é embromação pra contar uma coisa que eu já queria ter contado no começo desse texto que, tenho certeza, fará a Julis Arruda, aquela maluca por elfos, surtar.

Não, Julis. Pare de pensar nisso. Não vai ter elfos em Anastácia. Eles estão lá, no País do Vento, vá até a postagem apropriada e participe da promoção. NOW.

Sabe aquele conto medieval dividido em três partes que eu escrevi há uns dois anos e postei há mais ou menos um, e que eu adoro e tenho como xodózinho infinito? Aquele que a Julis adora? Pois então. Acho que essa notícia é mais para ela do que para os outros leitores, mas vamos lá. Eu tenho essa ideia de colocar ele no final de Anastácia, como anexo ao livro. Quem tem a nova edição de Dragões de Éter sabe que o Raphael Draccon colocou o conto que inspirou a história de João e Maria no final de Caçadores de Bruxas, como um bônus para os leitores. É mais ou menos isso que eu quero fazer, embora o conto não tenha muito a ver com Anastácia.

Mas é que, bem, ele é tão fofinho.

É isso. Enrolei tanto só pra contar isso :)

















Comments
5 Responses to “Anastácia #9”
  1. Suas citações são ÓTIMAS! Assim como os trechos das música e as próprias bandas & cantores que você cita. *-----* E sim, são ótimas! Acho isso uma boa ideia!

    Ai, ai, ai, ai, ai...

  2. *--------------------*

    Obrigada Pamys!

  3. perfeito. Somente perfeito. Vou usar isso na nova versão de Legend, entre as partes. Mas só aqueles poemas dos mangás de Bleach...



    eu não deveria ter dito isso masok.

  4. Oba. Spoiler, spoiler, spoiler *-* Adoro spoilers de Legend. Ainda mais os involuntários :D

  5. CARAS!!! COMO EU NÃO LI ISSO AQUI ANTES????? [A] VAI FICAR FUEDA!!!! *UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU* ESTOU CUSPINDO ARCO IRIS! AAAAAAAAAA ²²²

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