Anastácia #2

“E dos braços vinha a força dos bárbaros daquele reino, e, do rosto, a expressão de vitória e selvageria. Sim, eram guerreiros, guerreiros amaldiçoados com marcas. Marcas de sangue, marcas de dor. Suas vidas sofriam a maldição que todos os soldados de Esca sofriam – eram homens condenados a lutar por causas que não eram suas, obedecendo a mestres que não tinham honra. Pobres homens condenados e presos a um código de bárbaros que nunca poderia ser rompido. Eram homens escanos que já não sabiam por que viviam há tanto tempo. Seu sangue imortal era velho, enegrecido e cansado depois do fracasso de seus inúmeros mestres. Até que o dia predito chegou. E ela trouxe redenção à alma exausta dos bárbaros.”


- Argumento I, A História dos Bárbaros, Oráculo de Esca, extraído de Anastácia.

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