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A Bela e a Fera ♥


Entre todos os contos de fadas que ouvi quando era criança, A Bela e a Fera sempre foi o meu preferido. Ainda é, até hoje, quando cresci e supostamente não deveria mais dar bola para contos infantis. A mensagem que esse conto transmite é muito mais do que um príncipe amando uma plebeia e todo esse tipo de coisa blasé. É diferente. A Bela não sabe que a Fera é um príncipe aprisionado no corpo de uma besta até finalmente admitir seu amor por ele. É algo mais profundo, sobre amar apesar das aparências, amar por inteiro e não apenas na superfície. 

Há, para quem não sabe, duas versões desse conto. Originalmente, A Bela e a Fera foi escrito por Gabrielle-Suzanne Barbot. Nesta versão, Bela é descente de um rei e a Fera é um príncipe que perdeu o pai quando novo e, quando deixado pela rainha sob os cuidados de uma feiticeira má, a mesma tentou seduzi-lo. Não obtendo sucesso, a feiticeira o transformou em fera. Já na versão que conhecemos (não a do musical da Disney), a versão aperfeiçoada e simplificada de Jeanne-Marie LePrince de Beaumont, Bela é a filha de um mercador rico que subitamente empobrece. Uma jovem bela, doce, gentil e inteligente, muito propensa a leituras, a mais nova de três filhas. No enredo da versão de Jeanne-Marie LePrince de Beaumont, o mercador, voltando à cidade com promessas de triunfo e riqueza, juntamente com uma lista de presente das filhas, uma furiosa tempestade pega o mercador de surpresa. Ele se aloja no lugar mais próximo, o qual acaba sendo o castelo da Fera. Lá ele se acomoda e se alimenta. Na volta para casa, percebe que esqueceu do singelo pedido de Bela, sua preferida - uma única rosa. E a partir daí é a trama que conhecemos.

Assisti na última semana, um novo filme lançado sobre o conto A Bela e a Fera. O filme é francês, com produtores e atores franceses. Por ser um conto francês, achei que talvez esse filme fosse retratar o conto com mais fidelidade. Não me decepcionei, apesar do filme não ser totalmente fiel ao conto original ou sua variação posterior.


O filme tem efeitos cinematográficos incríveis. O cenário é muito bonito e a relação da Bela com a Fera é retratada de forma rápida, porém linda. O filme segue o enredo original sobre Bela ser filha de um mercado que empobreceu e do roubo da rosa. A história contada no filme tem alguns elementos a mais do que as duas variações do conto, como o passado da Fera e as tramas secundárias que incrementam a história. Apesar disso (essa arriscada aposta, devo dizer), o filme provou-se uma das melhores versões contadas de A Bela e a Fera. 

Atualmente, foi confirmada mais uma refilmagem de A Bela e a Fera, a qual será protagonizada por Emma Watson. Infelizmente, o filme ainda não tem data de estreia. 

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A Garota Exemplar


Com nome de romance e com tudo para ser um filme mel-com-açúcar, A Garota Exemplar me surpreendeu desde a primeira cena, com as falas de Ben Affleck sobre sua linda e doce esposa até o desfecho da trama. Eu já tinha ouvido falar sobre o livro A Garota Exemplar, de Gillian Flynn, mas nunca havia me interessado em ler tanto pelo título do livro quanto pela sinopse que não chamou a minha atenção (e francamente, não faz jus a história). 

Posso dizer apenas que estou sinceramente arrependida de não ter comprado o livro quando ele estava R$9,90 no Submarino.

A Garota Exemplar não é um romance como eu pensei (e meu namorado também, porque quando eu disse que queria ver esse filme ele fez uma careta e disse um tá desanimado), muito menos mel-com-açúcar como eu achei que seria. Eu diria que A Garota Exemplar não tem absolutamente nada a ver com romance, mas sim com suspense. O filme inteiro a história é levada conforme Amy Dunne, a garota exemplar, escreve em seu diário. O casamento lindo e perfeito que aos poucos, com o tempo, começa a se desgastar, com Nick, o marido e o lindo do Ben Affleck apresentando um comportamento evasivo e cheio de versões que não condizem com o que Amy contou.

A história tem várias voltas, várias vertentes e muitas pontas sem explicação. As personagens e suas histórias são firmes e bem formadas, condizendo com aquilo que a história vai contando. No desenrolar do filme, tudo vai começando a se encaixar até que de repente tudo muda novamente. Esse é o lance legal do filme - é difícil você ver histórias tão elaboradas e surpreendentes hoje em dia. Nosso padrão de entretenimento cresceu e está tão alto a ponto de que poucas coisas iriam surpreender o cara na poltrona do cinema. 

Não posso dizer se o filme foi fiel ao livro ou não, mas para quem não leu o livro como eu e apenas viu o filme sem nenhuma expectativa (e ainda achando que era um romance mel-com-açúcar blasé), o filme surpreendeu e deu seu recado, com uma história boa, atores impecáveis e uma sequência de cenas ótima. 

O filme passa um recado digno de ser compartilhado, um recado que soa quase como conselho se você parar e pensar um pouquinho: Tenha certeza de que realmente conhece a pessoa com a qual você está casando. Você pode se surpreender. MUITO, diga-se de passagem.

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A menina que roubava livros


A Menina que Roubava Livros foi um dos livros mais emocionantes que já li. A narrativa, a estória, o momento histórico na qual o livro foi ambientado, tudo teve uma sincronia extremamente boa. A interação entre as personagens, as personalidades, as histórias de vida dos mesmos, tudo teve relevância e importância na estória de Liesel, a ladra de livros.
Não é surpresa que essa era uma adaptação esperada não só por mim, mas por leitores do mundo inteiro. A Menina que Roubava Livros é uma estória sensível, cheia de detalhes significantes com personagens com personalidade difíceis e extremamente encantadoras. Quem não se apaixonou por Rudy Steiner? Ou quis ouvir as notas do acordeão de Hans? Ou roubar livros junto com Liesel? Foi incrível a forma como o autor criou personagens bem elaborados, sensíveis e ao mesmo tempo fortes. O receio de muitos era que toda essa incrível sincronia não fosse passada para as telas do cinema, e todas aquelas cenas que tanto nos emocionaram no livro, não fossem bem interpretadas ou colocadas dentro de um filme.
Tal a minha surpresa quando assisti o filme e gostei. Gostei de cada pedacinho dele - desde a escolha dos atores para interpretação das personagens, quanto a forma que o livro foi "roteirizado". Um corte ali, outro corte aqui, mas nada que influenciasse no enredo da estória.
A atriz que interpretou Liesel conseguiu passar a imagem e personalidade que imaginei para ela enquanto lia o livro, a dor e os lampejos de felicidade em meio à um mundo em guerra. Não preciso nem dizer nada sobre Rudy, Max ou Hans. Toda a personalidade das personagens nos livros foi passada para as telonas com maestria, com atores que souberam como viver as personagens de acordo com o que Markus Zusak escreveu.
Uma adaptação incrível para um livro incrível. Não decepcionou e tenho certeza de que mesmo que você não tenha lido A Menina que Roubava Livros, vai se encantar com a estória de Liesel Meminger e seus tão amados livros.


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O Hobbit: A Desolação de Smaug

Que Tolkien é minha paixão, disso todo mundo sabe. Que a trilogia d'O Senhor dos Anéis é fantástica, também. Então não é nenhuma surpresa que os filmes d'O Hobbit agradem tanto os fãs declarados de Tolkien, mobilizando uma enxurrada de nerds e geeks do mundo inteiro para assistir as aventuras de Bilbo Bolseiro nos cinemas. 
O segundo filme da trilogia O Hobbit estreou em dezembro do ano passado e apesar de eu ter assistido na época da estreia, enrolei para falar sobre ele porque o filme é tão interessante que acho que você deve vê-lo duas vezes antes de conseguir formar alguma opinião sobre ele. O filme te tira o fôlego. A trama é rápida (apesar do longo tempo de duração do filme) e o interessante é que sempre está acontecendo alguma coisa. O Hobbit: A Desolação de Smaug é, na minha opinião de quem ainda não leu o livro, mais legal do que o primeiro por um simples motivo: não é maçante. Quando fui ao cinema assistir O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, depois de algum tempo fiquei pensando que filmes daquele tipo eram feitos para serem vistos no conforto da sua casa, comendo pipoca e assistindo dvd. O segundo filme da trilogia mudou completamente essa ideia que eu tinha formado depois de assistir o primeiro. Não sei se foi a aparição de novos personagens ou se pela história se passar em vários lugares diferentes ao mesmo tempo, tendo vários POV, mas ele me agradou mais.
Ah, e de novo fui trolada, achando que Beor era o Tom Bombadil. Meu namorado também foi trolado, o que prova que não fui só eu que pensei daquela forma. Se bem que quem achou que o Mago Castanho era o Tom Bombadil eu não tem lá aquela moral pra falar alguma coisa agora. Seria mais simples pra todo mundo se eles finalmente colocassem o Tom Bombadil no filme. Você sabe, a expectativa pela aparição do Tom Bombadil é tanta que você acaba se confundindo um pouco.
Sobre os efeitos especiais, não preciso nem comentar. São incríveis. O dragão, as lutas, o efeito visual, tudo. Incrível. A aparição de Sauron, então, nem se fala. Esses elementos e cenas que os roteiristas mais  o diretor colocaram para dar uma ligação com os eventos que se sucedem em O Senhor dos Anéis ficaram muito bons, principalmente porque isso é algo que o próprio Tolkien queria fazer - reescrever partes de O Hobbit para formar uma ligação melhor com a trilogia O Senhor dos Anéis. Apesar de não serem grandes mudanças, são boas, sutis, de forma a não atrapalhar o enredo original do livro.
E, respondendo a pergunta de uma amiga, você não precisa necessariamente ter assistido a trilogia O Senhor dos Anéis para assistir O Hobbit. Os eventos de O Hobbit são anteriores aos eventos d'O Senhor dos Anéis, de forma que a ordem dos filmes fica realmente a critério do espectador. É claro que fica mais interessante se você assistir primeiro a trilogia e depois ir assistir os filmes d'O Hobbit, porém não é uma regra. É algo estilo Star Wars e seus episódios. São seis filmes, mas os primeiros episódios foram gravados por último, porém, a ordem deles é cronológica, de modo que fica a seu critério a ordem de assisti-los. Se você quer se surpreender com o famoso "Luke, I'm your father", assista aos três últimos primeiro (a ordem correta) porque eles são os primeiros filmes a serem gravados, entende? Eu sei que você me entende.
Portanto, fãs de Tolkien que ainda não assistiram o novo filme d'O Hobbit, corram para o cinema e que a força esteja com vocês! :)


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Filme: A Hospedeira ♥

Finalmente o filme saiu e é claro que eu tinha que assistir o mais rápido possível. Infelizmente, fui obrigada a assisti-lo dublado. Felizmente, isso foi superado pela minha curiosidade insana que não podia esperar a legenda.


Li o livro A Hospedeira já faz algum tempo e, mesmo sendo escrito pela Stephenie Meyer, autora da saga Crepúsculo para quem ainda não sabe disso, resolvi dar uma chance ao livro por pura curiosidade. Li com um pé muito atrás porque achei que seria algo do tipo Edward&Bella, com uma mocinha com personalidade super parecida com a de uma lesma (seria a mesma coisa se a protagonista de Crepúsculo fosse uma ameba, sorry). Ok, tudo bem que Stephenie Meyer não é a melhor escritora de ficção científica que existe nesse mundo lindo de meu Deus, mas também não é ruim. A Hospedeira é mil vezes melhor do que Crepúsculo e a história em si não tem comparação. São universos diferentes, abordados de maneiras diferentes. Exceto pelo fato da titia Steph ter uma fixação com personagens que brilham. Peg não é a mocinha mais expressiva, no entanto ela não é tão irritante quanto a Bella e a personalidade dela é mais elaborada. Ajuda também o fato de não serem todos os homens habitantes das cavernas do tio Jeb loucamente apaixonados pela Peg, a alienígena. Na verdade, Peregrina é muito ignorada e muito espancada durante os primeiros dias nas cavernas do tio Jeb.

O filme em si trouxe muitas cenas do livro para as telonas, introduzindo diálogos importantes do tipo "Minha caverna, minhas regras" (que eu adorei, por sinal). Mas o que eu mais gostei foi da fidelidade do filme para com o livro. A relação Peg/Mel, Peg/Mel/Jared, Peg/Jared/Ian e Peg/Jamie/Tio Jeb. O que não foi muito focado no filme foi a paixão platônica da Peg pelo Jared que no livro é muito irritante e chata porque ela usa aquela clássica desculpa "o corpo ama o Jared" quando ela agarra ele nos corredores por aí. No filme, ficou bem claro que quem amava o Jared era a Mel, enquanto a Peg nutria seus próprias sentimentos em relação ao Ian. No livro, isso tudo é muito confuso para a Peg porque ela está num corpo que não é dela e que tecnicamente ama outra pessoa enquanto ela, a consciência do corpo, ama outra pessoa e então tem aquela voz da Melanie gritando o tempo inteiro que ela ama o Jared e que a Peg não pode amar o Ian, mas também não pode amar o Jared. Confuso, sim, e não é mais legal no livro do que é no filme, então tudo bem terem tirado esse dilema da personagem do cinema.

O personagem mais bacana do filme (superando até o Ian que é bem mais legal e fofo no livro), é o tio Jeb. Tio Jeb, o gênio que era julgado maluco e que faz crescer uma plantação de trigo em uma caverna. Não me peçam explicações - eu não entendo nada sobre plantações de trigos e como fazê-las crescer e se a coisa dos espelhos realmente faz algum sentido. Já Ian é, você sabe, o Ian. Ainda vejo ele como o Luke de PJ (meu personagem preferido da saga, podem me julgar agora), ou o irmão desconhecido dos Winchester, mas ele dá um bom Ian O'Shea também. Peg... bem, Peg. Como eu já disse lá em cima, ela é uma protagonista melhor que a Bella, mas não é muito expressiva. Tem mais atitude, sim, mas também não se pode chamá-la de a nova Rose Hathaway. É agradável, suportável.

A minha opinião é que A Hospedeira é um filme feito para leitores. Você não vai se apaixonar pelo filme se você não leu o livro. Detalhes, cenas importantes, personagens... você só vai entender a história em si e gostar dela se você leu o livro. O filme não tem muita ação, os efeitos especiais são razoáveis e o filme não é cheio de suspense (Stephenie Meyer definitivamente não é a rainha das tramas intrincadas), mas se você gostou do livro, vai querer ver o filme e vai gostar dele também por ele ser o mais fiel possível com o livro. E, afinal de contas, quem não gosta de ver um livro que leu e gostou sendo transpassado para as telonas, hein?

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Os Miseráveis ♥


Há uma grande diferença entre musicais e musicais. Quando ouvimos falar em musicais, a primeira coisa que lhe vem à cabeça é um musical da Disney a lá High School Musical, onde pré-adolescentes estão cantando enquanto jogam basquete no corredor da escola ou enquanto sobem na sacada da casa da quase-namorada. Mas a coisa não é bem assim. O interessante das cenas é que elas tem de ser gravadas em apenas um take, pois afinal de contas, os atores estão atuando e cantando. Tem de ser uma sequência de cenas contínua, nivelada e cuidadosamente feita. É incrível, pra falar a verdade.

Assisti Os Miseráveis logo após assistir Anna Karenina (outro filme ótimo, por sinal), mas me senti indiscutivelmente mais cativada pelo primeiro do que pelo segundo. Bom, Anna Karenina tem a Keira Knightley no papel de Anna e eu simplesmente adoro a Keira. Mas Keira que me desculpe porque Os Miseráveis, além de ter um elenco bombástico com direito a Hugh Jackmann, Helena Bonham Carter, Rossell Crowe e Anne Hathaway, é um filme com uma história tremendamente mais envolvente. Se não bastassem os atores extraordinários que fariam do filme algo estupendo mesmo que ele não fosse digno da fama, trata da Revolução Francesa, tendo ideais jovens e revolucionários em seu enredo. Além do mais, há tramas secundárias, abrindo vários arcos em todo o musical. São quase duas horas e meia de filme, mas que não são nem por um minuto exaustivas. Até porque, faça-me o favor, ninguém pode reclamar de ver o Hugh Jackmann atuar por duas horas e meia. É o Hugh Jackmann, minha gente.


De qualquer maneira, Os Miseráveis é de longe um dos melhores filmes/musicais que já assisti. Tanto em questão de enredo e história quanto em questão de atuação, trilha sonora, efeitos visuais, figurino, etc e etc. É um filme maravilhoso que tem uma carga muito grande de relações sociais e políticas em uma época que já foi realidade de alguns durante um longo tempo. Aliás, que apresentação linda do elenco no Oscar, não é? *-*

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Obs.: Coloquei a imagem do pôster de divulgação do filme com o Hugh Jackmann porque toda resenha que eu li tinha o da Cosette. Apesar de ser lindo, o Hugh Jackmann é mais. Ponto. Bjs.

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O Hobbit ♥

Primeira coisa que você deve levar em consideração quando ler esta resenha: Eu não li o livro. Não mesmo. Só o começo dele. No entanto, eu li a trilogia dO Senhor dos Anéis e considerando que a adaptação é feita pelo mesmo diretor da franquia, Peter Jackson, então acredito que a adaptação deve ter sido tão boa quanto. Mas posso estar enganada. Se o caso for o último, relevem meus surtos. Mas que foi um p# de um filme, isso foi. 


Spoiler alert. Não consigo me conter.

Perdi os cinco primeiros minutos do filme. Confesso. Contratempos acontecem com todo mundo, tipo não ter lugar para estacionar o carro, errar a fila do cinema, encontrar um amigo e papear no caminho, esse tipo de coisa. Normal. De todo o modo, sobrevivi. E nem perdi tanta coisa assim. Pelo menos eu pude ver os anões lutando pra caramba contra orcs, entender o motivo do atrito com os elfos, da história pessoal do príncipe dos anões, Thorin Escudo-de-Carvalho, com O Profano e todas essas coisas. Não perdi tanta coisa mesmo. E a minha reação ao ver o Gandalf, O Cinzento nem foi exagerada como, tenha certeza disso, foi na minha mente. Foi mais do tipo: :3 jóin produção. E não: [gritos. muitos gritos]. E quando o Elrod apareceu, vish. VISH. Fico admirada com meu autocontrole em algumas situações.

O filme é, assim como os outros três de Tolkien dirigidos por Peter Jackson, uma avalanche de lutas épicas e cenários fantásticos. A trajetória dos anões, juntamente com Bilbo Bolseiro e Gandalf é cheia de emoções e adrenalina. O mais legal é que podemos visualizar as história que Bilbo contava lá nO Senhor do Anéis, tais como os trolls que viraram pedra porque não conseguiam decidir qual a melhor forma para se temperar um hobbit antes do nascer do sol.

A aparição de outro mago além de Gandalf e Saruman é muito legal, já que até então todos sabiam que existiam cinco deles, mas ninguém nunca tinha visto (ou ouvido falar) de mais deles além de... bem, Gandalf e Saruman. Mesmo que o [insira aqui o nome, porque eu não faço ideia de como pronunciar, muito menos de como se escreve isso], O Castanho (mais fácil falar a alcunha, vish), não seja lá dos muitos brilhantes. Embora ele seja muito parecido com alguém que aparece no livro A Sociedade do Anel, que não apareceu no filme, mas não tenho certeza se é o mesmo personagem.

Talvez a parte mais esperada (ao menos para mim) foi o encontro do Um Anel, com o Gollum. E isso, faça-me o favor, nem pode ser considerado um spoiler. É como dizer que o Boromir morre em A Sociedade do Anel. TODO O MUNDO sabe disso. E isso nem é uma hipérbole. Eu, como não li o livro, estava curiosa para saber como foi esse encontro. Já disse, não sei se as cenas e os diálogos foram fiéis ao livro. Então, de acordo com o filme (vou detestar muito essa parte do filme se não for assim no livro), Bilbo não é o maior guerreiro hobbit de todos os tempos. Assim como Frodo, ele aprende as coisas aos pouquinhos e não sai por aí decapitando orcs e lutando contra trolls sabendo golpes marciais do nada. Na verdade, Bilbo consegue sair das situações usando sua inteligência e suas manhas de ladrão, mesmo que não tenha roubado nada nessa vida.

Exceto o Um Anel. Mas, bem, esse é um outro caso.

Não tenho certeza se o livro O Hobbit tem mesmo tanto conteúdo para três filmes, mas se para fazer três filmes, com quase três horas de duração cada, com isso arrecadar montanhas de dinheiro, significar que vão trazer todos os detalhes possíveis para o filme, então por mim, tudo bem. A melhor coisa em adaptações é quando elas seguem exatamente o enredo do livro, não alterando muito os acontecimentos e não mexendo nos diálogos. Principalmente não mexendo nos diálogos. Só espero que a segunda parte não demore tanto tempo para sair como demorou a primeira.

É o que veremos. E enquanto isso, esperamos.

Em tempo: Essa história de anões bonitões não cola. No entanto, é agradável de se olhar. Mas ainda assim não cola. "[...] e seu reino estava seguro nas mãos de seu filho (close na carinha do anão sem atrativos aparentes) e seu neto (pausa dramática e close prolongado na cara de Thorin, Escudo-de-Carvalho, de cabelos longos e negros, com olhos azuis como o céu)" É isso aí.

Filme: Um Dia ♥

Não sei porque faço isso. Eu gosto de primeiro ler o livro e depois assistir ao filme, mas sempre - sempre - faço o contrário. Talvez seja para não me decepcionar absurdamente com o filme. De todo o modo, assisti Um Dia (amém) e cara. Alguém pode me dizer porque o livro está fechado na minha estante todo esse tempo? Porque se o livro for tão lindo e emocionante quanto o filme, estou perdendo uma grande história.


Digamos que Emma e Dex são bons amigos há muito, muito tempo. Digamos que eles sejam totalmente diferentes um do outro. Ela sonha em mudar o mundo com seus propósitos e princípios cheios de ideais, ele é um playboy que tem suas aventuras sustentadas pelos pais. Digamos que os dois sofram frustrações em suas vidas por não terem realizado seus sonhos.

Um Dia faz jus ao nome. Pelo menos no filme, o propósito é o presente. Viva um dia de cada vez, viva o agora porque o amanhã é imprevisível. E a mensagem de amor que o filme passa é extraordinária. Aproveitar cada momento junto da pessoa amada, cada gesto, cada palavra e cada emoção como se não fosse vê-la novamente.


É interessante o modo como Dex muda no decorrer dos anos para ser uma pessoa melhor para ele mesmo e para Emma. Os dois, apesar de adultos, cresceram juntos, amadurecendo pouco a pouco, quebrando a cara vez ou outra, experimentando coisas novas e se divertindo. Construindo uma vida e uma história juntos que seria lembrada muito tempo depois do primeiro encontro deles, o dia em que se conheceram, 15 de julho.


PS: Parei de resenhar porque senão ia soltar algum spoiler, é.
PPS: Eu não queria soltar spoiler.
PPPS: Mas o ator que faz o Dex é a coisinha mais linda, rawn.

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Filme: Gigantes de Aço ♥

Fazia um tempo que eu não assistia um filme de ação tão bom quanto esse. Isso porque ultimamente o que eu andava vendo resumia-se a explodir coisas por causa de um garota idiota que tem a capacidade de ferrar com a vida de todo mundo e eu simplesmente odeio quando um filme resume-se a isso. Não há objetivo e a garota geralmente é uma bitch. Mas Gigantes de Aço atendeu às minhas expectativas que surgiram com o trailer e fez jus a fama e trabalho de Hugh Jackman.
Gigantes de Aço não baseia-se somente em boxe de robôs - que por sinal é muuuuito legal -, mas sim na vida de um ex-boxeador que perdeu trabalho e fama por causa das máquinas e que viu consolo em ser um treinador de robôs, mas que com isso perdeu toda sua crença na vida e largou seu filho, Max, o qual nem sequer conhecia antes da morte de sua mãe. Quando o garoto passa a ficar com ele, as coisas realmente mudam. Os conceitos de Kenton são abalados e ele enxerga que, afinal, ele pode ser melhor do que realmente é em inúmeras coisas, não somente um fracassado que não consegue manter um robô inteiro por mais de uma semana. E então, finalmente, ele consegue vencer não apenas no ringue de robôs, mas na vida real.


PS: Hugh Jackman é um lindo, já disse isso?

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Filme: A Fera ♥



Mais um livro que eu adoro. Mais uma adaptação que me deixou com arrepios.
Quando li Beastly, eu pensei que era genial o modo como Alex Flinn conseguiu encaixar um clássico infantil num mundo adolescente, em pleno século XXI, com uma naturalidade incrível. O mais extraordinário foi o modo como o autor conseguiu deixar o protagonista - Kyle, esnobe, metido, que humilhar qualquer um para se sentir superior e apenas acredita na aparência - cativante para o público. Quer dizer, é claro que tem momentos em que você sente raiva do Kyle por ele ser tão prepotente, mas no geral, você entende a atitude dele por saber os motivos que o levaram a agir daquela maneira. Mesmo depois que conhece a Lindy e se apaixona por ela (mesmo sem perceber isso) ele insisti em continuar o mesmo - frio e arrogante. A história nos dá uma grande lição, aquela mesma lição que nos deu quando éramos pequenos e assistimos ao musical: não julgue ninguém pela aparência. E no caso de Kyle, houve mais outra pequena coisinha a ser aprendida: às vezes precisamos perder a coisa que mais valorizamos na vida para descobrirmos que há outras muito mais importantes e dignas de atenção e valor.


O filme... Bem, o filme superou todas as minhas fracas expectativas. Eu não gosto da Vanessa Hudgens e por esse motivo relutei até o último instante para assistir A Fera. Acho que ela se fixou demais em High School Musical e ainda tem um "quê" da protagonista de HSM que não consegue eliminar. Mas após ver a interpretação de Zac Efron (aquele que eu nunca achei que ia perder a tatoo Disney dos olhos) em Vida e Morte de Charlie St. Cloud... Minhas convicções mudaram arduamente e dei uma nova chance para a Vanessa. Não que ela se importe, mas eu me importo, então tanto faz. E vou admitir que em 17 Again as minhas expectativas pelos próximos filmes do Zac já eram grandes. Ei, não é todo dia que um ator bonito perde o jeitinho Disney e amadurece na carreira como ele.



No quesito roteiro, não foi alterada muita coisa do livro para o filme. A estufa permanece graças! e o jeito do Kyle antes e após A Fera continua o mesmo. E a Lindy, bem, vou admitir que a Vanessa Hudgens soube passar direitinho a força e coragem de viver da Lindy do livro. Não me decepcionei com essa adaptação e valeu a pena esperar o tempo todo que esperei até criar coragem e assisti o filme. É lindo ;)
Antes que eu esqueça, o Alex Pettyfer continua lindo, mesmo com tatuagens e cicatrizes por todo o corpo. Perdão, mas é a realidade (y)

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Filme: Avalon High ♥


Todo mundo sabe o quanto eu adoro esse livro. É um dos meus preferidos da Meg Cabot e quando eu soube que seria adaptado pela Disney, eu fiquei feliz por ter a certeza de que veria o Will e a Ellie e toda a Ordem do Urso em um filme, mas ao mesmo tempo pensei: "Disney." Particularmente, eu gosto dos filmes da Disney. Mas é que às vezes eles inventam umas coisas que não eram necessárias e acabam estragando uma adaptação de um livro que já era bom do jeito que estava. Tipo O Diário da Princesa. O amor da vida dela é o Michael, não tem nenhum príncipe encantado que rouba o coração dela para todo o sempre. Mesmo que ele seja o Chris Pine.
De qualquer modo, eu não acho que Avalon High precisava de um vidente. Não acho que a Ellie precisava de um melhor amigo nerd-vidente. Por quê? PORQUE ELE NÃO EXISTE. Ele não deveria estar lá. E ele não é o Merlin. E o professor não é o vilão. E o Marco não é o protetor do Urso coisa  nenhuma. E A ELLIE NÃO É O REI ARTHUR! E a Jen e o Lance são totalmente ignorantes sobre a lenda, então não faz nenhum sentido ela pedir para a Ellie calar a boca porque senão a história irá se repetir. E não existem vislumbres de caras com armaduras de repente. E CADÊ A PISCINA? A Ellie precisa de uma piscina. E o Marco não é um rebelde sem causa. E o pai do Will não é um fofinho. E o Marco não dá uma cena desnecessária na festa do Will. O Marco é legal. Pelo menos por um momento a gente até que gosta dela. E tem o barco. O Will não vive sem o barco e sem o cachorro. E por que os pais da Ellie sabem tudo sobre a lenda e sobre as reencarnações, poxa?
Enfim, eu não posso dizer que "mas apesar de tudo..." porque não tem um "mas apesar de tudo". Eu não gostei da adaptação de Avalon High pelo simples motivo de terem tirado e acrescentado coisas desnecessárias e outras que não podiam ser tiradas de jeito nenhum. Portanto se você é fã de Avalon High, não assista o filme. Se você ficou interessado no livro e quer assistir o filme antes, aconselho a ir na livraria mais próxima e comprar seu exemplar de Avalon High e deixar o filme de lado. Ou então assisti-lo depois e compartilhar da frustração alheia. É. Boa sorte.
Mas, certo, a atriz que fez a Ellie é fofa e o que fez o Will é fofinho. O nerd também. E o Marco *o* Tá bom, parei. Beijos.

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Indico #1: Um Amor para Recordar ♥

UM AMOR PARA RECORDAR

"Esta é a minha história - e prometo contar tudo. No início você vai sorrir, e depois vai chorar - não diga que não avisei."


Assisti o filme pela primeira vez quando eu tinha uns onze anos de idade. Ou doze. Não lembro bem. Mas lembro nitidamente das lágrimas que derramei à medida que o filme rodava e a trama se desenrolava. Foi a primeira vez que ouvi falar de Nicholas Sparks e, garanto, não seria a última vez que esse homem me faria chorar. Depois de Landon veio John, veio Ronnie, Allie e Noah e muitos outros. A pureza de Jamie, a rebeldia de Landon, tudo aquilo me fascinou desde a primeira vez.
A doçura dos sentimentos e a verdade com que eles são expressados mexe conosco de uma maneira única e especial. Não sei qual fórmula Nicholas Sparks usa, ou se é apenas o seu modo de simplesmente não vai escrever finais felizes, mas sim realistas, que nos pega desprevenidos e, mesmo sem um felizes para sempre, nos deixa emocionados. Ou talvez seja o ar de realidade, aquele pensamento que se alastra pela nossa mente: Isso aconteceu com alguém. Essa história retrata a realidade de alguém que está sentado agora, assistindo isso, recordando e chorando. Essa pode ser a história de alguém que eu conheço. E, na minha opinião, é esse o principal motivo por ser tão fascinante. Tão encantador. Tão... lindo.


SINOPSE
Landon Carter (Tom Sawyer de As Aventuras da Liga Extraordinária) é um jovem arrogante e popular que provoca um grave acidente, deixando um de seus amigosem má situação. Ele é forçado a participar da motangem de uma peça teatral, e acaba conhecendo a bela e sensível Jamie Sullivan (Mandy Moore de O Diário da Princesa), a filha de um pastor ultra-conservador que a mantém sob fortes regras de comportamento. Os dois jovens se apaicxonam, e Landon aproveita a oportunidade para tentar mudar sua imagem perante a comunidade, enquanto Jamie tenta esconder seu segredo de seus amigos.


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Filme: Orgulho e Preconceito ♥

Amei o livro. Amei o filme. Amei tudo. O filme segue perfeitamente o livro (pelo menos a versão que eu li) e eu amo o Mr. Darcy e a Lizzie. Jane Austen conseguiu fazer com que as pessoas se identificassem com seus personagens e isso é maravilhoso. Você sente vontade de chorar com a Lizzie e sente a tristeza e amargura do Darcy. As falas dele e da Lizzie são idênticas as do livro e isso torna a coisa mais fiel possível. Adorei. Sério mesmo. Gostei tanto que nem consigo fazer uma resenha decente desse filme e vou encher a postagem com imagens lindas do filme ♥




"Eu a amo."

"Não ouse me julgar."


"Se os seus sentimentos ainda são os mesmos, diga-me agora. Minha ambição e meu desejo permancerão, mas uma palavra sua e me calarei para sempre."


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Filme: A História da Cinderela ♥

SINOPSE
Katie sonha em ser uma artista famosa, mas é constantemente frustrado pela madrasta cruel e sua meia-irmã. Quando sua meia-irmã leva o crédito pela incrível voz de Katie, ela deve aprender a levantar-se e seguir em busca de seu sonho, antes que ele caia nos braços de sua meia-irmã má.

Tá certo, tá certo. Existem um milhão de filmes trazendo a Cinderela para os dias atuais e o meu favorito, particularmente, é aquele com a Hilary Duff e o Chad Michael Murray. Mas esse até que também é legal. É o tipo de filme mel com açúcar que eu adoro assistir quando estou triste e achando que nada vai dar certo. Nesse tipo de filme sempre dá e aí eu ficou feliz e volto a pensar com clareza e como uma pessoa normal e não a coisa patética que chora vendo comédias românticas. É, é, eu sei. Mas enfim. O único probleminha desse filme é que ele é meio musical e eu abomino musicais. Se fosse um musical tipo Enrolados, daí sim. Mas é um musical do tipo Lizzy, então, assim, não dá. Tipo quando a protagonista vai no palco, cantar ao vivo e, de repente, a voz dela saí computadorizada como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. Mas tudo bem, porque o protagonista do filme é bonito e, apesar de um pouco idiota, ele até que é legal. E eu adoro as Cinderelas, todas elas. Até aquela que a Drew Barrimore fez, mesmo sendo uma mentirosa. As Cinderelas são fortes e guerreiras e eu gosto disso em personagens. Mesmo que seja muito fora da nossa realidade, eu gosto. Sou uma idiota, pode dizer. Enfim.

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Filme: Amanhecer - Parte 1

Tem spoiler, mas pelamor, todo mundo já sabe o que acontece.

Todo mundo sabe que Twilight não é exatamente a franquia de filmes e nem a saga de livros que  mais me agrada pelo simples fato do conceito vampiresco ser muito tosco. É, ainda detesto vampiros brilhantes. Desculpe sociedade, mas é assim que eu sou. Pra mim, vampiros tem que queimar e serem as coisas mais malvadas que existem. Bram Stoker não escreveu um clássico para ser esnobado e desvirtuado dessa maneira. Fujam dos vampirinhos, meninas. Tá bom, já parei.
Até então, o filme que eu mais tinha gostado até agora era Eclipse. Todos os efeitos especiais, as lutas, os lobos, tudo evoluiu bastante. Além desse ser o meu livro preferido da saga. E o Riley também teve grande participação na formação da minha opinião sobre Eclpse, diga-se de passagem. Mas o Riley pós-mudança, okey. E se A Breve Segunda Vida de Bree Tanner virar filme também, o ator que interpreta o Riley PRECISA ser o mesmo.
Mas enfim, deixe-me ir direto ao ponto.
A primeira parte de Amanhecer foi, ao contrário do que eu pensei que seria, o melhor filme até agora. Não só os efeitos cenográficos melhoraram (e muuuito), mas como o filme foi tão generoso e quase tãod etalhista quanto o livro que qualquer leitor adoraria, mesmo que não goste muito do genero. O maior medo dos fãs é que quando o livro ganha uma adaptação para o cinema, a história seja estraçalhada sem piedade no processo. Dessa vez não foi assim. A Bella fica tão tonga quanto fica no livro na hora do casamento (morri de rir na parte que ela ia pro altar parecendo que ia largar o Charlie a qualquer segundo e voar pra cima do Edward), o Charlie fica tão nervoso com a situação quanto fica no livro e o Edward surta do mesmo jeito que surta do livro na lua de mel e após ela, quando a Bella decide ter o bebê. Aliás, a cara do Jake quando a Bella diz o nome da criança se for menina, é impagável. Muitas cenas que achei que seriam cortadas do roteiro permaneceram e isso me fez gostar ainda mais do filme. Antes eu achava que dividir Amanhecer em duas partes não era uma boa ideia e sim apenas uma estratégia para arrecadar ainda mais dinheiro para a franquia. Mas o pior é que essa estratégia deu certo. Com o filme dividido em duas partes, sobrou muito mais tempo para acrescentar os detalhes que teriam sido cortados sem dó se fosse apenas um filme. As cenas dos lobos ficaram perfeitas e o imprinting do Jake foi a coisa mais linda que eu já vi desde o primeiro filme. Sério mesmo, não estou sendo irônica. Por enquanto. O jeito que o filme terminou também foi cool. Tipo, terminou no momento certo para terminar um filme que deveria ser um só. Adorei a transformação da Bella. Adorei as visões do Jake sobre a Nessie. Adorei esse filme, sinceramente. E agora é só esperar pela continuação. Os vampirões da Itália com pele ensebada. Ah, eu adoro os Volturi. Tornam tudo tãaao mais emocionante :)


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Filme: A Garota da Capa Vermelha ♥

Acredite na lenda. Cuidado com o lobo.


O filme é ótimo. Quem espera um thriller mega assustador provavelmente irá se decepcionar. Quem espera um remake de Chapeuzinho Vermelho também ficará com muita, muita raiva, porque o que a Valerie menos tem é a coisa sonsa da Chapeuzinho de ficar andando por aí perguntando por que as pessoas lê-se o lobo-mau fantasiado de vovózinha que até hoje não compreendo como a anta não percebeu que o lobo - peludo e feio - não era a sua querida e doce avó tem olhos, orelhas e bocas grandes. Adorei o filme não só pela história que é diva, mas também porque amo o ambiente no qual fizeram o filme. Neve, frio, tudo muito suspeito e sombrio, isolado no meio de uma floresta, longe da civilização, muito suscetível ao perigo. Eu amo esse clima gelado desses filmes meio medievais.
Apesar de não seguir a história original da Chapeuzinho, o filme (e o livro, não tenho certeza sobre isso porque ainda não li) tem muitas raízes do conto infantil. A capa vermelha, o diálogo "dos olhos grandes" e, a minha parte favorita, que eu exclamei: "O LENHADOR! DÃ!"; e pensei: "COMO NÃO PERCEBI ANTES?". Ah, e lógico, o lobo-mau. Bem mau. Muito, muito mau. Malvado pra caramba.
A história dA Garota da Capa Vermelha é boa, não tão complexa quanto eu gostaria que fosse algo tipo A Origem, yeah, eu sonho. Mas que trocadilho perfeito, porém bem feita, sem falhas catastróficas ou pontas soltas para uma continuação desgastante que todos sabemos que não vem. O final é lindo - inesperado, mas lindo. Vai contra o happy ending que eu estava esperando desde o começo do filme e eu adorei isso. Sempre gosto quando resolvem inovar. Tipo deixar a mocinha com o vilão. Não que isso tenha acontecido, mas né.


Contém spoilers!

OMG, eu queria saber agora onde arranjaram suspeitos à lobo tãaaaaao lindos. Sério, Henry e Peter são duas criaturas perfeitas da criação da natureza. Peter é tão "I'm bad" com aquele olharzinho enviesado e sorrisinho torto que se a Valerie não tivesse ficado com ele, ela provaria que era uma sonsa que só se fazia de inteligente. Acho que foi por causa disso que eu não odiei a mocinha. Ela permaneceu forte e fiel a quem sempre foi leal e devoto a ela (desde criancinha, mas que fofura!), mesmo quando as tentações eram mais do que ela podia resistir. Mas ela resistiu ao lindo e meigo Henry e não brincou com os sentimentos do mesmo quando tudo para ela e o Peter parecia perdido. Isso foi o melhor - ela inovou com as mocinhas, preferindo ficar sozinha se não fosse para ficar com o homem que ela amava. E OMG, a descoberta de quem era o lobo foi tipo, OMG. Eu desconfiei de praticamente todos os personagens e isso é outro ponto forte do filme. Não é algo predito, no qual você já sabia quem era o lobo nos primeiros dez minutos de filme. Certo, confesso que a maior parte do tempo (metade do filme) achei que o lobo era o Peter por causa da atitude dele mais dark, e também não achei que ele realmente amava a Valerie (isso só até a primeira meia hora, neah) por causa daquela tirada "Eu sabia que você diria isso" ou, God, "Eu poderia comer você". Aí eu deixei de desconfiar do Peter porque ele é fofo, lindo e maravilhoso e provou que ama a Valerie e passei a desconfiar de quem eu realmente desconfiava desde o começo. Aí parei de desconfiar dessa pessoa porque passei a pensar "Só falta ser..." e aí, bingo. Foi o "só falta ser". E, caramba, fazia toda a porcaria do sentido e eu fiquei toda "Por que não pensei nisso antes?". AMEI esse filme. Alcançou todas as expectativas que eu tinha para ele <3



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Fever ♥

"O estúdio Dreamworks, empresa do diretor Steven Spielberg, anunciou a compra dos direitos da série de livros juvenis “Fever”, da autora estadunidense Karen Marie Moning. O estúdio vai adaptar para o cinema o primeiro livro da série, Darkfever e, se tudo der certo, construir uma nova franquia."

[AA] Posso gritar histericamente? Porque desde que li Darkfever fiquei pensando que essa série seria muito mais interessante numa série de tv ou filmes. Veja bem: o clima que envolve a história é tão calmo e colorido quanto Racon City, Jericho Barrons é tão doce e sutil quanto Drácula, V'lane é um príncipe tão gracioso, educado e cortês quanto Solomon Kane e Mac, bem, Mac é um arco-íris colorido que esqueceu de parar de brilhar quando chegou nesse mundo sombrio e grotesco. Mas esse não é o motivo principal pelo qual acho que a série Fever ficaria maravilhosa sendo adaptada para o cinema - são os efeitos. É algo meio "O Mistério da Rua 7", mas sem a total falta de explicação. Estou me referindo às sombras. E aos Faes, lógico. Porque eu realmente estou maluca pra ver que tipo de ator vão colocar pra interpretar príncipes Faes que devem ser tão, mas tão, mas tãaaaaao lindos que, né, quem leu entende do que estou falando. E o Barrons também não pode ser qualquer um. Tem quer ser O cara, grosso, estúpido, babaca, metido, lindo, maravilhoso, doce nos momentos mais inesperados, tão totalmente fora de cogitação que acaba sendo totalmente desejado. E espero que não cortem a parte no final que o Barrons está dando uma de manicure para a Mac, pintado as unhas do pé dela. Eu ri muito imaginando Barrons todo-poderoso, do tipo eu-sou-fodão-me-ame-please, pintando as unhas da sua amada hóspede. Enfim, né.
Realmente espero que não façam besteira ao adaptar Darkfever porque a história do livro é boa. Falta um pouco de ação, claro, mas nada que um bom roteirista que sabe não estragar livros não resolva. E eu realmente, realmente, realmente estou torcendo pra colocarem pelo menos um beijinho entre o Barrons e a Mac no final. E agora até me bateu uma coisa. Tipo, como diabos eles vão adaptar Dreamfever? Porque, cara, Dreamfever é muito... tenso. Quero dizer, muito, muito tenso. O final de Faefever já é tenso, agora imaginem o decorrer de Dreamfever. God. Quero só ver no que isso vai dar.


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Filme: O Padre ♥

Mas cara, isso que é vampiro de verdade! Feio, nojento, decadente, chupador de sangue e que torra totalmente no sol. Isso sim são vampiros dignos de, sei lá, Padres fodões que não usam armas, mas são capazes de matar com uma colherzinha de mexer o café. E, sim, estou sendo literal.
O filme já começa com um clima de ação. Não é o tipo de filme que começa frio e vai esquentando aos poucos até ferver. Não. O Padre começa explodindo, continua explodindo e termina explodindo também. Ou com uma decapitação nojenta, mas isso não vem ao caso. Vamos definir assim: o filme tem efeitos especiais ótimos, uma história ótima e um desenvolvimento melhor ainda. Você ficar surpreso em algumas partes bem, eu teria ficado se não tivesse assistido o filme sem querer quando cheguei da aula terça-feira, culpa da minha mãe -qw e em outras tem vontade de chorar.
Um dos pontos que mais gostei no filme foi o vilão. Ele não é um vilão covarde que manda os outros fazerem o seu trabalho sujo. Nem sonhando. Ele é do tipo que convoca um exército de vampiros e vai na comissão de frente, decapitando todo mundo sem pensar duas vezes. Além disso, tem um dos mocinho - o xerife Hicks. Quando ele apareceu para avisar o Padre sobre uma coisa que eu não vou falar porque não quero dar spoiler #má, pensei que ele iria atrapalhar tanto a ação do Padre que iria atrasar a missão e estragar tudo.
Mas cara, como eu estava errada. Quando o Padre chega na pacata cidadezinha que Hicks mantém na linha, ele mostra seu verdadeiro eu. E que verdadeiro eu, deixe-me dizer. Hicks não é um típico xerife de filme, daqueles que falam sobre a lei a cada cinco segundos. Ah, claro que não. Estamos falando de uma nova raça de xerifes, do tipo que atiram pra cima, no carro e apontam a arma para a cabeça dos arruaceiros até eles irem embora da sua cidade.
A mocinha? Bem, a mocinha é simplesmente a coisa menos mocinha que eu já vi. Não que seja ruim - ela é perfeita e é por isso que ela não parece uma mocinha, embora seja uma mocinha perfeita. Entenderam? É que ela luta com seu amado em uma sincronia perfeita. Os dois se amam, mas ele ainda crê amar outra que perdeu há muito tempo. Já a mocinha sequestrada é só a típica mocinha sequestrada de sempre. Grita, faz perguntas estúpidas e quase mata todo mundo pelo fato de ser usada como isca para atrair os mocinhos.
Em suma, o filme é fantástico. Os efeitos especiais são maravilhosos e não consegui perceber alguma falha muito estúpida e relevante no enredo. E posso apostar que o Padre é o mesmo ator que fez Legião. Mas né, estou só pensando aqui.


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HP e as Relíquias da Morte - Parte II ♥

Como se começa a descrever a sensação de assistir ao último filme de uma saga que você acompanha desde que era criança? A primeira cena já me emocionou. Snape numa das janelas de Hogwarts, observando a entrada dos estudantes bruxos. Eu pensei em como ele sempre pareceu tão sombrio e misterioso, tão "do lado do mal e do bem" ao mesmo tempo e na redenção final do seu personagem. É lindo e eu acho que o Snape é o personagem mais marcante da série. É só a minha opinião, embora eu também ache que em Harry Potter há muitos personagens que se destacam por diversos motivos. Dumbledore, Minerva eu somente amo a Profa. Minerva - "SEMPRE QUIS USAR ESSE FEITIÇO!" e até mesmo o Draco, a Luna e o Neville. O último livro valoriza mais esses personagens do que o filme. A história do Dumbledore fica totalmente clara no livro e o filme deixa tudo muito vago. Mas, de qualquer modo, foi um ótimo filme, encerrando a franquia com louvor.

"Você ficarão comigo?"
"Até o fim." (...) "Nós nunca te deixamos."

As lembranças do Snape. AS LEMBRANÇAS DO SNAPE. Essa parte e a parte que o Harry entra na floresta me dá arrepios tanto no livro quanto no filme. Ele amava a Lilian #CRYFOREVER ♥ As lembranças do Snape revelam o personagem, dizem quem realmente era aquele professor de poções que tanto queriam lecionar Defesa Contra as Artes das Trevas e que no fim acabou virando diretor de Hogwarts.
Harry se fingindo de morto e Hagrid carregando seu corpo. Jorge, Lupin e Tonks morrendo. Eu amei - amei cada parte desse filme e cada palavra desse livro.
JK Rowling é um gênio e Harry Potter será lembrado para sempre <3


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Filme: Vida e Morte de Charlie St. Cloud ♥

Pode conter spoilers.


A primeira coisa que eu tenho a dizer sobre esse filme é que a interpretação do Zac Efron me impressionou muito. Do tipo muito mesmo. Finalmente ele perdeu aquele carimbo Disney que a Vanessa Hudgens ainda carrega estampado na cara (só um pouquinho!). Afinal, quando aparecia as cenas de choro do Charlie, o Zac chorava pra valer, não aquela coisa bonitinha de escorrer uma lágrima, mas o choro cheio de muco e caretas que realmente expressa alguma emoção. E eu confesso que sempre tive uma quedinha lê-se "o tombo inteiro" pelo Zac Efron e ver ele num personagem tão intenso e maduro como o Charlie St. Cloud me impressionou e fez com que me apaixonasse de vez, verdade.
Se tratando de enredo, Vida e Morte de Charlie St. Cloud é muito bom. O filme tem uma história boa e um contexto bem interessante, assim como personagens mais interessantes ainda. O Sam, irmão do Charlie, quase me fez chorar em todas as suas aparições e quando ele descobre a verdade sobre a guria, ah cara, se eu fosse uma manteiga derretida coisa que eu não sou, se conformem, teria chorado horrores. Esse é o tipo de filme que você assiste e guarda pra sempre na memória, assistindo de novo e de novo e se emocionando em todas as vezes. Não se trata apenas de um romance entre um homem e uma mulher, mas da relação de Charlie com seu irmão e como ele mesmo tenta lidar com a morte do mesmo, com a culpa de tê-la causado. Além de, claro, ter de lidar com rostos conhecidos e confusos toda vez que mais alguém morre e vai parar no cemitério onde ele trabalha e ter de ouvir a cidade inteira chamando-o de maluco. Um maluco muito lindo, se você quer saber minha humilde opinião. Mas, enfim, se você não se emocionar com Vida e Morte de Charlie St. Cloud, bom, só posso dizer: Seu sem coração! -q

Descontraindo

"Dar de si antes de pensar em si."
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