Adoro os livros da Meg Cabot - isso é um fato conhecido. Apesar de eu defender com unhas e dentes os livros da tia Meg, não consigo defender Pegando Fogo com muito afinco. Não é que não seja um livro bom, ele é legal, mas não tão legal. Não gosto de livros comerciais justamente por causa disso: eles não são muito bem trabalhados, os detalhes deixam a desejar e a história não é bem elaborada. Quer dizer, eu nem sei qual é a cor do cabelo da Katie nesse livro. Ou a cor do cabelo da melhor amiga dela. São detalhes que eu prezo muito num livro porque eles me ajudam (e acredito que ajudem todos) a imaginar a história com mais facilidade, idealizando a personagem da maneira mais próxima do que o autor quis passar. Mas não consegui essa conexão com Pagando Fogo. Pra começar eu nem simpatizei com a mocinha.
A forma de escrita é fantástica. Afinal de contas, apesar de tudo, com enredo bom ou não, mocinhas Marie Sues ou não, ainda estamos falando de Meg Cabot, a rainha do livros juvenis. Há detalhes sobre os cenários e tudo o mais, mas não sobre os personagens e foi isso que me incomodou.
Pegando Fogo é no estilo de Jinx. Nem extremamente bom, nem extremamente ruim. Um livro regular, uma história leve para se ler numa tarde de domingo. E não digo que não vale a pena ler porque é Meg Cabot e eu sou uma fã incondicional, que leio até mesmo seus trabalhos não tão sensacionais assim. Se não pela Katie, leiam por causa do Tommy! ;)
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Os romances históricos da Meg Cabot (os quais ela escreve sob pseudônimo de Patricia Cabot por motivos óbvios) sempre me agradam. Primeiro que as mocinhas são sempre cativantes e fortes e sempre são diferentes. Caroline, Emma, Peggin, Meggin, todas elas são diferentes, mesmo que todas elas lutem contra a sociedade da época. Em Pode Beijar a Noiva, a protagonista é Emma e ela é uma viúva de dezenove anos e mesmo que tenha seus momentos de fraqueza, ela não se deixa dominar pela tristeza de ter perdido o marido tão cedo. Para compensar essa amargura da vida, ela recebe uma herança do assassino do marido e o que deveria ser bom, acaba se tornando uma pequeno empecilho por um mísero detalhe.
Ela só poderá pôr a mão na fortuna se casar de novo.
É então que toda a história começa. Todos os homens não comprometidos do vilarejo pobre no qual ela vive resolvem subitamente cortejá-la. Quando James, primo do seu falecido marido, descobre sobre isso, ele não fica exatamente feliz.
Então as coisas começam a ficar realmente interessantes.
Quem já leu os romances históricos da Meg Cabot, sabe que a autora consegue prender o leitor ao livro com aqueles mistérios e segredos mortais que os protagonistas guardam. Quer dizer, segredos mortais para a época na qual vivem, porque alguns deles hoje em dia não seriam lá grande coisa. Mas todos sabemos como a Meg diva linda maravilhosa Cabot consegue transformar qualquer coisa meio boba em totalmente cativante e emocionante. E é isso, decididamente não consigo resenhar livros da Meg Cabot sem acabar surtando. É, eu sou uma fã incondicional dela. Qualquer obra, qualquer texto, qualquer mísera declaração eu estou adorando. Pois é. Mas eu adoro o jeito de escrever dela, vou fazer o quê? É minha fonte de inspiração, tenho que admitir. E ela é um diva literária com sabe-se lá quantos livros publicados. E todos são sucessos. OMG, como eu adoro.
SINOPSE
Apenas um homem poderia propor a ela casamento... Emma Van Court, dama de uma família londrina, jamais esperava ficar viúva e sem vintém na aldeia escocesa de Faires. E quando uma fortuna lhe foi prometida, se ela tornasse a se casar, a bela professora deparou-se com um mosaico de homens solteiros lutando por suas atenções, desde o pastor local até um detestável barão. Um doce beijo selaria aquele amor... James Marbury, conde de Denham, era moderno e sofisticado... e totalmente desacostumado às estradas lamacentas e aos telhados de palha de Faires, para onde viera depois de saber do falecimento de seu primo Stuart. E sem demora ficou exasperado ao descobrir que seu amor louco e intenso pela viúva Emma continuava tão forte quanto antes. Diante de tantos homens solteiros que a cortejavam, James encontrou uma única solução: oferecer-se como marido temporário para Emma... mesmo que secretamente ele desejasse fazer seus votos durarem para sempre.
PS: James Marbury, eu te amo. É isso, fato. Como é que alguém espera tanto tempo pela pessoa que ama? É lindo, lindo, lindo e lindo *-*
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Eu simplesmente não consigo resenhar os livros da Meg Cabot. Adoro a escritora e a maneira que ela escreve e o jeito que ela consegue deixar qualquer ideia a princípio idiota ser uma grande história. Tipo a garota do raio. É uma ideia idiota. É algo que você pensa e diz: "Grande coisa, ela foi atingida por um raio e começa a saber o paradeiro de crianças desaparecidas? Puff, que idiota". Mas é tãaaao legal! E Ídolo Teen é a mesma coisa. Foge do comum, do esperado. E as protagonistas da Meg Cabot sempre são ótimas. Tema estourada, a encrenqueira, a covarde, a corredora, a amaciadora e a durona. Tem de tudo um pouco. E os protagonistas também. E os amigos também. Cada livro é diferente, embora você leia um parágrafo e saiba na hora quem escreveu. Foi por causa disso que Ídolo Teen passou por cima da fila de leitura (a democracia cuidadosa que eu sigo com a ordem de compra/chegada/etc dos meus livros). Tudo porque eu fui ler só o comecinho. Daí já era.
Jen é uma típica garota americana. Comum, nada especial. Não chama a atenção, não arranja confusão, simplesmente vai levando as coisas do seu jeito, consolando seus amigos, amaciando as coisas. Ela é a maionese da sociedade da escola Clayton. Tudo até Luke, o ídolo teen do momento chegar na pacata cidadezinha para estudar um personagem. Sem querer dar spoilers, mas já dando um, não pense você, carinha que pegar o livro na mão, que a mocinha vai cair de amores pelo popstar e se derreter toda quando ele disser "oi". Jen não é do tipo fã histérica. Na verdade, ela nem era fã do cara. E não pense você também, que a coisa toda vai ir como o esperado por todos. E você sabe do que eu estou falando, mas mesmo assim não vou dar mais um spoiler porque senão não vai ter graça. Já até falei demais.
Para começar, Luke também não é o idiota que você pode achar que ele é, nem o príncipe encantado que você também pode pensar que ele seria. Ele é o amigo de Jen, aquele que manda a real para ela de maneira dura e crua. Porque ela não é a maionese, mas, sim, o molho especial. E você vai entender essa coisa de comida quando ler o livro, caríssimo amigo(a). A revolução acontece na escola Clayton depois da chegada (e saída bem rápida) de Luke Striker (eu pensei em boliche quando li esse sobrenome pela primeira vez, é). Tudo porque Jen resolveu seguir os seus conselhos - os dele e os de Annie - e parar de agir como se tudo que ela pudesse fazer fosse correr atrás das pessoas depois que elas fossem esmagadas sentimentalmente. E aí a coisa começa a ficar interessante.
Ídolo Teen é um livro bom, leve, gostoso, aquele livro que se lê em uma tarde chuvosa. Como a maioria dos livros da Meg, é um livro rápido e dinâmico, que sempre está acontecendo alguma coisa e que você não larga até terminar. É ótimo e eu recomendo (y)
Querida Annie,
Certo. Segui seu conselho e disse a ele.
E adivinha só! Por acaso ele me ama também!
Então... o que eu faço agora?
Desesperada Nunca Mais
Querida Desesperada Nunca Mais,
Viva feliz para sempre.
Annie.
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Eu amo Meg Cabot. E eu amo ainda mais essa série. Quando eu a li, não tinha nenhum livro lançado no Brasil e nem boatos miseráveis corriam sobre sua publicação aqui, nas terras tropicais. De qualquer modo, amei Jessica Mastriani e suas aventuras e me surpreendi mais uma vez no jeito que a Meg Cabot consegue transformar uma ideia aparentemente boba em algo tão coerente e fascinante para o leitor. Eu tinha um gato que se chamava Rob por causa desse livro. É. Portanto fiquei imensamente feliz quando soube da publicação no Brasil e só estou esperando o livro ficar disponível no Submarino para comprá-lo. Compulsiva? Nem um pouco. Eu só amo Meg Cabot de um jeito obsessivo. Mas tudo bem.
Abaixo as capas originais dos dois primeiros volumes da série que contém cinco ao todo, mais as capas brasileiras que eu, particularmente, gostei. Meio que extraiu uma coisa de dentro do livro que as originais não conseguiram - mas essa é só a minha humilde opinião. Leiam e se apaixonem pelo Rob também, é. E Jess é incrível, algo meio Suze sem a obsessão por moda ou garotos, mas sempre de um jeitinho diferente. Adorei, adorei *-*
Capa EUA
Capa Brasil
1, Quando Cai o Raio
Quando cai o raio, isso só pode significar problemas – como Jessica Mastriani descobre ao ser pega de surpresa com sua melhor amiga Ruth em uma tempestade. Não que Jess tentasse evitar confusões, pelo contrário. Afinal, ela sempre acaba envolvida em brigas com o time de futebol e presa na detenção por meses sem fim… Pelo menos tinha seus pontos positivos, como se sentar perto de Rob, o motoqueiro mais gato da escola! Mas dessa vez o problema é sério… Porque, de alguma maneira, ao voltar para casa sob aquela tempestade, Jessica se vê com um talento inédito. Um incrível poder que pode ser usado para o bem… ou para o mal.
Capa EUA
Capa Brasil
2, Codinome Cassandra
Jess Mastriani foi tachada como a “Garota do Raio” pela imprensa quando ela desenvolveu uma habilidade psíquica de encontrar crianças desaparecidas depois que ela foi atingida por um raio durante uma grande tempestade. Agora Jess perdeu seu poder milagroso… ou pelo menos é o que ela gostaria que a imprensa e o governo acreditassem. Tudo o que ela quer é ser deixada em paz. Mas parece que Jess não vai conseguir realizar seu desenho — especialmente quando está trabalhando em um acampamento de verão para crianças com genialidades musicais. Quando o pai de uma criança desaparecida aparece implorando para Jess encontrar a sua filha, Jess não consegue dizer não. Agora os agentes federais estão na sua cola novamente, assim como um padrasto malandro, que gostaria de ver a Garota do Raio…bem, morta.
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"- Você acha que está apaixonado por ela? – perguntou apoiando o queixo na cabeça de sua esposa.
- Por Maggie? - indagou Pegeen, com voz parcialmente absorvida pela roupa de Edward. - Oh, eu não creio. A menina foi sempre muito cruel com ele.
- Se bem me lembro, você também era muito cruel comigo quando nos conhecemos.
- Isso não é verdade! - ela disse levantando a cabeça.
- Sim, é. Tentou cortar meu dedo com uma faca de pão.
- Oh - Pegeen voltou a encostar a cabeça no peito do seu marido. - Você mereceu.
Edward arqueou as sobrancelhas, mas preferiu ser prudente e não dizer mais nada."
"- Eu odeio as festas, e eu não gosto de dançar. - Então ela viu o duque baixava a vista. – Jeremy – sussurrou sentindo que novamente lhe ocorria um acesso de ansiedade. - Por que esta olhando os meus lábios?
O jovem sorriu, e mão esquerda que havia deixado sobre seu ombro a rodeou como se quisesse abraçá-la.
- Porque eu vou te beijar, Mags."
Retrato do meu Coração é escrito pela diva linda maravilhosa Meg Cabot sob o pseudônimo de Patricia Cabot, por motivos óbvios. É a continuação (mais ou menos, na minha opinião) de A Rosa do Inverno. É dito continuação porque os personagens principais são a Maggie não lembro dela no primeiro livro, hm e o Jeremy lembram do pequeno pentelho Jerry que chorou porque matou uma raposa? É, esse Jerry. E ele cresceu guys. É. Cresceu. Uhum. fora as aparições super fofas do Edward e da Peggen. O Alistair aparece bem pouco *carinha de decepção*, mas nas poucas vezes que ele aparece a gente pode desfrutar da personalidade dele intacta. Enfim, o meu ponto aqui é que li o livro por causa da autora e, como sempre, a Meg Cabot não me decepcionou. Eu já disse o quanto eu idolatro essa mulher, certo? Mas eu digo de novo. Se um dia eu ser como ela - com tantos títulos publicados, tantos personagens diferentes e cativantes à sua maneira, além de todos os best sellers - aimeudeus, eu serei a pessoa mais feliz do mundo. É sério, vou aprender a falar inglês só pra apertar a mão dela e dizer o quanto ela foi importante na minha formação. Não que ela se importe com isso, mas enfim. A questão é que todos os livros dela, T-O-D-O-S, os quais eu li, jamais me decepcionei. Eu não sei o que a dona Meg faz, mas ela faz muito bem. Você sabe quando o livro é dela só pelo jeito irreverente e pela leitura rápida e gostosa com o qual Meg Cabot escreve. Meu Deus, acho que se um dia eu conhecer ela eu vou ficar meio sorrindo feito uma idiota na frente dela e vou engasgar e daí vou falar alguma coisa super mega ultra constrangedora como sempre acontece quando eu fico nervosa.
Enfim, vamos deixar de lado minha adoração apaixonada pela autora e vamos voltar a resenha.
Ao invés da pequena Yorkshire, do cenário campestre de Park Lane, temos dessa vez a mansão Rawlings em Londres. Mudando um pouco os ares, mudamos também a forma da mulher do século XIX. Maggie não é uma fina e recatada moça do interior da Inglaterra, mas sim uma espirituosa garota que corre atrás dos seus sonhos e é capaz de deixar para trás a família e teimosia dos mesmos para perseguir seu grande sonho de ser pintora isso ganhou meu coração de cara porque eu amo desenhar, então né e mesmo que isso signifique ser taxada de "fumadora de ópio", inconsequente e depravada. E o Jerry... Bem, digamos que ele aprendeu direitinho com o tio Edward como conquistar suas garotas. De qualquer modo, mesmo sendo mulherengo (mais do que o Edward e isso é MUITO mais), Jerry consegue ser diferente em personalidade, sendo bem mais explosivo e estando disposto a quebrar quantos narizes forem necessários para ter o que quer. E quando é dito que ele faz o que é preciso pra conseguir o que ele quer, é literalmente. Jerry é capaz de tudo. Apesar disso parecer frio e cruel no começo, ele vai mostrando um lado muito mais gentil no decorrer da história. Aí você vai me dizer "blé, mas isso é tãaaao típico". Está aí. Não nego. Mas Meg Cabot desenvolve a história tão bem que até o último instante você fica torcendo pra que tudo realmente dê certo.
Com vestidos de renda e botas de montaria, não é nada difícil se perder na antiga Londres, nos bailes dos burgueses e na encantadora vida dos personagens que ambientam a história. E não tem nem como eu decidir se esse é ou não é o melhor livro da Meg Cabot. Pra mim, todos eles tem seu encanto e todos eles são de algum modo bons. Não há o melhor, nem o pior, há apenas livros. Ou o meu fanatismo, mas isso não vem ao caso agora (y)
"- Jerry? - ela chamou.
- O quê? - ele perguntou.
- Aonde você vai?
O jovem a olhou com um sorriso ligeiramente torcido.
- Eu não sei. Ao Inferno, eu acho.
- Oh, - respondeu a garota. - Bem, dê lembranças ao diabo para mim.
O sorriso desapareceu.
- Eu darei.
E depois desapareceu."
"A jovem se calou, observando suas mãos entrelaçadas.
- E o que houve com sua promessa? - perguntou.
Jeremy seguiu a direção de seus olhos, mas só viu sua enorme mão entrelaçando uma outra, pequena e branca.
- Que promessa?
- A de manter as mãos nos bolsos, canalha miserável.
Jeremy a olhou com frieza.
-Tem idéia de como é extraordinariamente difícil - perguntou, apertando os dentes - declarar-se a uma mulher que acaba de lhe chamar de canalha miserável?"
"- Sua tia está nas últimas semanas de gravidez, por isso certamente no próximo mês, terá um outro primo.
- Oh, Bendito Deus! - Exclamou Jeremy deixando-se cair em cima do colchão. E levando suas mãos sob sua cabeça, olhava perdidamente para o dossel.
- Não me diga que ainda estão assim! Eles são como um par de coelhos, não acha? E na sua idade... é nojento."
"- Por Deus santo! - exclamou Jeremy com a voz afogada. Nunca havia se sentido tão perplexo. - Você colocou o meu nome no cachorro, Mags?"
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